| É oficial: it’s over!
Acabou um ciclo que comecei lá em 2017. Quando, imagine-se, troquei o certo pelo incerto. Certíssima de que era o certo. Mesmo quando me foi diagnosticada insanidade aguda por doutorados da vida. Acontece que as minhas escolhas nunca foram influenciadas pela opinião da plateia. Sorry. Muita coisa mudou desde então. Eu, mudei profundamente. Como aquela árvore que já não dá flor nem fruto. Que depois de uma poda profunda, demora o seu tempo a florescer novamente. E a dar fruto, nem se fala. Entendedoras da poda, se as houver por aqui, entenderão. Então, no último dia de 2024, depositei todas as passas num único desejo: viver (de uma vez por todas!) única e exclusivamente da minha arte! Não desejei nada mais. Só mesmo isso. Como se de pouco se tratasse. Que ousadia. Onde é que já se viu, viver da própria arte? Essa coisa absolutamente lindíssima, porém, inatingível. A partir desse momento, fiz apenas uma coisa. Todas as decisões que tomei, tinham de estar alinhadas com aquele desejo. Um exercício que, por si só, é digno de força sobre-humana. E sabes o que aconteceu? Abri, finalmente, aquela porta. Aquela porta que fica ali, à espera. À espera que tenhas coragem de a abrir. Disclaimer: É possível viver da tua arte. Seja ela qual for, é possível. Não é utopia. Hoje, não consigo deixar de sentir uma empatia gigante, por ti, que estás nesse mesmo caminho. Truly. Então, este ano, quero ajudar-te a viver da tua arte. Nos próximos dias, se a coragem não me faltar, digo-te como. To be continued… |